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NOVIDADE ENTREVISTA - RODOLFO KOLLING

16/05/2018


A temporada 2018 da F46 vai de vento em popa! O grupo de kart mais FODÃO do Rio de Janeiro vem conseguindo reunir em torno de 60 pilotos nas suas categorias fixas e na Open, categoria aberta à convidados e de onde os pilotos das categorias fixas são “recrutados”.


Nesse ano vosso “escrivinhador” oficial Daniel De Castro preferiu não dar trela a devaneios poéticos sobre a maravilha que é esse grupo heterogêneo e fanfarrão e partimos direto a conhecer quem faz parte da F46, o que fazem, como fazem e o que os trouxe até aqui.

Depois das duas primeiras etapas alguns nomes se destacaram, nem sempre por ganharem corridas, mas por seu desempenho na pista ou ainda, fora dela, o que importa é que muita gente boa faz a F46 ser o que ela é!

Depois de grande discussão na edição deste periódico foram definidos os primeiros nomes a serem entrevistados a partir das duas primeiras etapas. Pra começar vamos de ACE, a categoria de elite do grupo, onde só as grandes estrelas conseguem brilhar e se destacar.

Neste ano, na ACE, tivemos o que já está virando um clássico de primeira etapa, vitória de Chico Lopes da Rock´n Roll Racing por UM DEDO DO PÉ! De novo o careca mais reluzente da ACE fez das suas e cozinhou sua vitória até a última curva superando Berg Mendes e Jesuan Xavier em Volta Redonda.
 

Na segunda etapa uma surpresa surgiu já no resultado dos treinos, conseguindo um surpreendente (para alguns) segundo lugar no grid de largada. Rodolfo Kolling, piloto novato, que em ascensão meteórica foi alçado a ACE este ano e está fazendo os comentaristas esportivos menos crentes morderem a língua. Conseguiu um luxuoso terceiro lugar na segunda etapa, além ótima posição de largada. No fim chegou ao pódio mais desejado da F46 com propriedade, ficando atrás somente de Matheus Teixeira, vitorioso de ponta a ponta e Gustavo Taveira, o purpurinado da ACE, nomes habituais nos pódios da categoria. Vamos conhecer esse piloto que já virou até meme, não é? RRRROOOOODOLFO, RRRRODOLFO! QUE SUSTO!

PENHA, segunda-feira, 11:00h

Nos encontramos no subúrbio carioca. Eu o aguardava na frente de um galpão enorme, ele chegaria poucos segundos depois em altíssima velocidade numa pick up branca. Deu um cavalo-de-pau e parou na vaga bem na minha frente. Baixou os vidros e sorriu mostrando seus óculos hipster e seus esvoaçantes pelos faciais. Depois dele ligar para Matheus (Diva) Teixeira e pedir conselhos sobre como deveria se portar, começamos o nosso papo.

Quem é o Rodolfo Kolling? 
Rodolfo Kolling é Rodolfo Kolling, um nome diz tudo, (nesse momento ele passou as mãos pelos cabelos revoltos e riu de canto de boca)... o meu ainda não diz muito mas daqui um tempo, quem sabe... (a falsa modéstia do piloto era notável)

Como você começou sua carreira no kart? 
Carreira no kart? Há 3 anos. (outra vez as mãos nos cabelos. Só que dessa vez ele tirou os óculos o limpou na blusa no que parecia ser um certo ar desinteressado). Tem pouco tempo, mas eu nunca precisei de muito tempo pra nada. Você pode ver, já estou na ACE, já fiz pódio... acredito que minha carreira deslancha muito rapidamente, como já vem acontecendo. (colocou de volta os óculos)

Existe um histórico na sua família de pilotos de kart? 
Meu pai sempre foi apaixonado por carro, kart, moto e lá em seus bons tempos tinha um kart preparado em que andava no antigo autódromo de Jacarepaguá. Por falta de sorte não peguei essa fase e nem cheguei a vê-lo competir, uma pena mas a paixão de alguma forma passou para mim. E a velocidade também, já que ele era tão bom quanto eu. (mais uma passada de mãos nos cabelos, dessa vez com uma jogadinha de cabeça)

O que você achou da sua entrada na categoria deste ano? Como chegou lá?
A entrada foi uma grande surpresa, mas foi muito foda! (ajeitou-se na cadeira. Pôs-se mais ereto, o peito estufou) 
Cheguei lá correndo! (bateu na mesa)
Saindo no tapa na SUPER e me recuperando a partir da 6ª etapa na Granja debaixo de muita chuva! Ali eu vi que a ACE seria uma consequência de bons resultados. (disse com o olhar orgulhoso de quem fala uma verdade)

Para ser sincero, (pigarreou e falou mais baixo) eu não imaginava estar na ACE esse ano! Achava que iria passar um tempo maior na SUPER. (referindo-se a SUPER PRO, categoria abaixo da ACE e baixando a guarda).

Você esperava um resultado tão bom já na segunda etapa?
O resultado veio das dicas que ouço. Tirei do kart aquilo que ele pôde dar e foi isso. (Ele estava muito orgulhoso. E de fato havia conseguido um tremendo feito. O cara é bom.) , Taveira chegou e passou como um raio, mas eu não desisti. Briguei literalmente até ultima curva! Uma pena que não consegui fazer a dobradinha com “Matheus Diva”, mas valeu o terceirão! (nesse momento o telefone dele tocou, era o Matheus com uma mensagem pedindo para ser citado como Matheus DIVA na matéria)

Quem é sua inspiração no kart e na F 46? 
Senna. Sempre.
Chicareca, Taveira (purpurinado) e claro, um(a) irmão(ã) que sempre me ajuda e me dá muita dica boa, a(o) Diva (Matheus). Esses caras são uma meta a se alcançar.

Qual o seu objetivo na temporada de 2018? 
Cheguei para dar trabalho, conquistar meu lugar na ACE e não sair de lá. Me aguardem! Vou chegar no lugar mais alto do pódio ainda esse semestre!

Depois dessa resposta Rodolfo Kolling se levantou, se despediu e saiu cantando pneu com sua pick up branca pelas ruas do subúrbio. O cara parece que veio pra ficar. Será que ele desbanca os velhacos?
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